É
algo incomparável e senão intraduzível
ver estampado no rosto e externado através
de palavras, a satisfação dos alunos
ceceístas em participar da atividade extracurricular:
aulas de campo, visita à museus, indústrias,
exposições, feiras, bienais do livro,
centro vocacional...
Quando
a escola planeja estes eventos tem a certeza e convicção,
que boa parte da aprendizagem acontece fora dos muros
da escola ou longe dos livros e apostilas. O importante
é potencializar o aprendizado dos alunos através
de vivências, contribuindo para a construção
de experiências de vida, edificando sua bagagem
cultural e sabedoria em busca da interpretação
mais crítica, tornando-se leitor do mundo que
habita. Registrando estes momentos através
de fotos, relatórios ou redações
de classe e arquivando na mente. É uma oportunidade
de aprender a pertencer, a ouvir, a ler, a olhar,
a conhecer, a conviver, a refletir e a interpretar
contextos vivos. E ainda, praticar a intimidade com
o grupo inter-classe, interagindo com professores,
acompanhantes, funcionários, direção
da escola, os habitantes do lugar, manter novos contatos
durante a viagem. Um momento ímpar para o exercício
da autonomia, disciplina, responsabilidade distante
do olhar dos pais! Os jovens têm seu potencial
criativo voltado para o conhecimento e sua formação.
A atual dinâmica do conhecimento leva-nos a
interagir constantemente com a permanente atualização.
Assim, tem seu espaço útil usado. Quando
não o oportunizamos eles podem ser atraídos
para coisas negativas. Nota-se que os alunos após
estes eventos tornam-se mais crítico e questionadores
em sala de aula, sentindo-se livres e confiantes para
testemunhar outras aulas e visitas.
Evânio
Reis Bessa – Diretor Pedagógico |